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		<title>Informamos&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 04:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Direção do blog “andarilha” informa:</p> <p>Devido à contratempos diversos, este blog está em hiatus! Espero voltar em breve, com tudo acertado e bem bonitinho!</p> <p>Aproveite a visita e navegue pelos arquivos! Se quiser, pode deixar seu comentário! Responderei com prazer!</p> <p>Obrigada pela preferência e tenha um bom dia!</p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção do blog “andarilha” informa:</p>
<p>Devido à contratempos diversos, este blog está em hiatus! Espero voltar em breve, com tudo acertado e bem bonitinho!</p>
<p>Aproveite a visita e navegue pelos arquivos! Se quiser, pode deixar seu comentário! Responderei com prazer!</p>
<p>Obrigada pela preferência e tenha um bom dia!</p>
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		<title>Esquerda</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 02:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De José Saramago</p> <p>Temos razão, a razão que assiste a quem propõe que se construa um mundo melhor antes que seja demasiado tarde, porém, ou não sabemos transmitir às pessoas o que é substantivo nas nossas ideias, ou chocamos com um muro de desconfianças, de preconceitos ideológicos ou de classe que, se não conseguem <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/06/esquerda/">Esquerda</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; color: #777777;">De José Saramago</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Temos razão, a razão que assiste a quem propõe que se construa um mundo melhor antes que seja demasiado tarde, porém, ou não sabemos transmitir às pessoas o que é substantivo nas nossas ideias, ou chocamos com um muro de desconfianças, de preconceitos ideológicos ou de classe que, se não conseguem paralisar-nos completamente, acabam, no pior dos casos, por suscitar em muitos de nós dúvidas, perplexidades, essas sim paralisadoras. Se o mundo alguma vez conseguir ser melhor, só o terá sido por nós e connosco. Sejamos mais conscientes e orgulhemo-nos do nosso papel na História. Há casos em que a humildade não é boa conselheira. Que se pronuncie bem alto a palavra Esquerda. Para que se ouça e para que conste.</span></span></span></p></blockquote>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Escrevi estas reflexões para um folheto eleitoral de Esquerda Unida de Euzkadi, mas escrevi-as pensando também na esquerda do meu país, na esquerda em geral. Que, apesar do que está passando no mundo, continua sem levantar a cabeça. Como se não tivesse razão</span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Pra não esquecer, pra nõa desistir, pra sempre acreditar&#8230;.</span></span></span></p>
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		<title>O Conto da Biblioteca</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 04:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Final de semestre é isso: eu bem que tento, mas nenhum trabalho começa a sair antes das 23h! Odeio meu muso boêmio!</p> <p>Continho escrito um tanto às pressas, com uma revisão sonolenta e meio preso ao tempo e às informações corridas. Afinal, é pra ser uma contação de história sobre a Biblioteca Viriato Correa, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/06/o-conto-da-biblioteca/">O Conto da Biblioteca</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Final de semestre é isso: eu bem que tento, mas nenhum trabalho começa a sair antes das 23h! Odeio meu muso boêmio!</p>
<p>Continho escrito um tanto às pressas, com uma revisão sonolenta e meio preso ao tempo e às informações corridas. Afinal, é pra ser uma contação de história sobre a Biblioteca Viriato Correa, que promove as Jornadas Fantásticas, sem deixar de ser uma apresentação de trabalho de final de semestre.</p>
<p>Espero que a Amanda goste! O conto pode ter ficado fraco, mas eu vou arrasar na apresentação!</p>
<p>Luzes eternas&#8230;</p>
<p>&#8212;==&#8212;</p>
<p>O Conto da Biblioteca</p>
<p>Amigos, boa noite! Espero que estejam bem acomodados! Afinal, temos uma viagem intensa para fazer. Uma viagem arriscada pois vamos conhecer em pouquíssimo tempo o que uma biblioteca faz em noites afora! Que? Não acreditam que bibliotecas viajam? Ah, mas vou contar a história de uma biblioteca que viaja, tanto no tempo quanto no espaço! E também por um sem fim de mundos e idéias!</p>
<p>Essa biblioteca existe há muitos anos, aqui em São Paulo, mas aderiu às jornadas há pouco tempo. Ainda assim, já realizou quatro grandes viagens e já planeja mais duas para este ano ainda! Seus destinos são sempre fantásticos, com belas paisagens para se ver, grandes pessoas e criaturas para se conhecer e comoventes histórias para se contar.</p>
<p>Agora, nossa primeira viagem será não para um mundo, mas para uma outra cidade! Próxima daqui, não levará muito tempo. Segurem-se às cadeiras, peguem o alho, as estacas de madeira, as balas de prata! Encontraremos criaturas sombrias, sempre famintas, sedutoras, fortes e atraentes! Resistam ao seus doces encantos!</p>
<p>Vocês sentirão as cadeiras tremerem, alguns talvez sintam vertigem com a intensa alteração na intensidade de luz. Porém, fiquem tranquilos! Jamais os colocaria numa viagem perigosa! Aproveitem até do desconforto! Quando é que poderão fazer outra viagem tão diferente como esta?</p>
<p>Virão? Num piscar de olhos e estamos na terra dos vampiros! Observem as sombras! Conseguem ver seus olhos vermelhos cintilarem na escuridão? Ah, meninas! Não ousem ceder aos toques gélidos destes seres! Claro que amam, sentem remorso por sua eterna pena; há aqueles que sintam orgulho de sua beleza etérea e pálida. Mas todos compartilham da sede de sangue!</p>
<p>Quando a biblioteca os visitou, os vampiros a receberam com muita alegria! A biblioteca trazia consigo uma infinidade de pessoas que queriam ouvir as histórias que eles trazem através dos séculos! E essas pessoas ouviram suas histórias atentas, levaram pequenas lembranças em seus livros, até que chegou o amanhecer e os vampiros foram obrigados a deixarem seus hóspedes para se protegerem do quente e impiedoso sol! Porque todo mundo sabe que criaturas que vivem em florestas, são amigos dos humanos e brilham no sol, não são vampiros! São fadas!</p>
<p>Por muito tempo, os amigos da biblioteca tiveram os nomes dos vampiros em suas bocas: Inverno e seus irmãos, os vampiros portugueses que aportaram de livre e espontânea pressão nas terras brasileiras; Louis e Lestat, que deixaram a bela New Orleans para comparecerem ao encontro e contarem a história dos séculos e da mãe dos vampiros, Akasha. E também veio a filha do senhor do terror: Liz Vamp, cria de Zé do Caixão. Todos se lembraram do Conde Drácula, derrotado por Van Helsing, no fim do século XIX.</p>
<p>Desculpem, não podemos nos aproximar mais das criaturas das trevas, nosso tempo se esgota! Temos mais um lugar para visitar e este é mais longe! Mas caso queiram conhecer melhor os vampiros, cuidarei de colocá-los em contato com eles. São criaturas das trevas, porém tão encantadoras que é quase impossível não se render&#8230;</p>
<p>Agarraram-se às cadeiras? Visitaremos outro lugar e outro tempo! Que os mais sensíveis não se deixem abalar! Lembrem-se, somos espectadores deste mundo! A tristeza e a morte o permeia! Corvos cruzam o céu cinzento, espalhando suas penas negras e o mau agouro nos corações! Fantasmas nos seguirão, querendo sentir novamente o dom da vida. Tudo isso porque nosso guia não encontrou consolo na vida, principalmente depois da morte de sua jovem esposa. O mundo de Edgar Allan Poe tornou-se escuro, pútrido e macabro.</p>
<p>Conseguem sentir o calor quase morto do fogo? Ouçam! Alguém bate à porta em hora tão tardia!  Batem e também nos chamam! Vamos abrir a porta! É frio lá fora! A porta range, e o vento sopra. Senhor, desculpai&#8230;.senhora?</p>
<p>Ninguém bate, somente o gélido vento&#8230;.</p>
<p>Gentis amigos, não guardaremos mais um minuto aqui! Vamos, antes que os fantasmas tornem a nos assombrar! Outro mundo nos aguarda, um mundo alternativo, onde nada é como conhecemos hoje, mas que poderia ter sido!</p>
<p>Vejam bem, vivemos num mundo elétrico, entretanto, nem sempre foi assim! No início, tudo que se movia sem tração viva, o fazia pelo vapor! Gás e carvão aqueciam caldeiras, enchiam balões e enegreciam o céu com fumaça enquanto os costumes daquela ranzinza e conservadora Rainha Vitória atravessaram os anos e tornaram a nossa vida igualmente conservadora, em nome da moral e da boa conduta.</p>
<p>Parece um mundo um tanto distópico, já que o céu tem cor de cobre, há fuligem no ar, no distanciamento das pessoas e tudo pode explodir a qualquer instante. Porém, pensem em voar em um zepelin, os carros e computadores movidos à corda e vapor, na beleza dos prédios altos e que brincam com a luz e a escuridão. Imaginem os trajes que usaríamos: longas saias, corpetes de couro, acessórios de bronze, as cartolas, os relógios de bolso. Será que seria um mundo parado no tempo dos costumes e que corre apenas na tecnologia? Como estas pessoas se comportariam?</p>
<p>Lamento atiçar tanto sua curiosidade, queridos amigos! Logo na hora em que devemos partir para um novo mundo! Esta é a nossa última viagem e teremos mil mistérios para resolver! Sim, nossa última viagem, tão logo que se acostumaram com o trepidar e já não temem as viagens de nossa sala.</p>
<p>Estamos sem tempo e sem espaço porque histórias de mistérios, suspenses e investigativas não têm lugar para acontecer. Há o nosso mundo e nosso tempo; há nosso tempo e muitos mundos; há muitos tempos, mundos e mistérios. Mas em todos mentes perspicazes trabalham para resolve-los. Pessoas argutas, de raciocínio rápido e lógico. Seja de toga em Roma, fumando cachimbo em Londres, seja nas ruas de São Paulo com prostitutas baratas. Os enigmas fazem parte de todas as histórias!</p>
<p>Chegamos ao fim de nossa Jornada Fantástica! Ainda há muitas outras pela frente e que, felizmente, não serão tão curtas como esta! Que os senhores tornem-se viajantes constantes, a biblioteca recebe a todos!</p>
<p>Mas se não quiserem esperar, peguem um livro! E entreguem-se, seguros, a quantas viagens desejarem!</p>
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		<title>trabalhando&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 12:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Trabalhar 6, 5 dias por semana e descansar aos fins de semana é bem semelhante ao que Deus fez com o mundo, não é? Isso mostra como ainda somos ultrapassados e limitados&#8221;</p> <p>Rob, nos tuites: http://twitter.com/ashtoffen/status/15786343278 e http://twitter.com/ashtoffen/status/15786288798</p> <p>Concordo com ele! Somente Deus, tão magnífico! é capaz de trabalhar 6 dias numa semana!</p> <p>Somos <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/06/trabalhando/">trabalhando&#8230;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Trabalhar 6, 5 dias por semana e descansar aos fins de semana é bem semelhante ao que Deus fez com o mundo, não é? Isso mostra como ainda somos ultrapassados e limitados&#8221;</p></blockquote>
<p>Rob, nos tuites: <a href="http://twitter.com/ashtoffen/status/15786343278">http://twitter.com/ashtoffen/status/15786343278</a> e <a href="http://twitter.com/ashtoffen/status/15786288798">http://twitter.com/ashtoffen/status/15786288798</a></p>
<p>Concordo com ele! Somente Deus, tão magnífico! é capaz de trabalhar 6 dias numa semana!</p>
<p>Somos criaturas muito patéticas ao tentar imitar a grande capacidade de Deus! Redução da jornada de trabalho JÁ!!!!!! Por favor!!!!!</p>
<p>Procrastinação RULEIA!!!</p>
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		<title>tec-tec-tec</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 15:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>a verdade é que eu só tô com vontade de bater no teclado&#8230;. porque este bixin aqui do trabalho é muito macio!</p> <p>acho que topo até digitar os sumários!</p> <p>mas penso no desperdício de letras e dedos! por que não escrever meus continhos, minhas histórinhas, pensamentos impertinentes, baboseirinhas?</p> <p>se é pelo prazer de escrever, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/04/tec-tec-tec/">tec-tec-tec</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a verdade é que eu só tô com vontade de bater no teclado&#8230;.<br />
porque este bixin aqui do trabalho é muito macio!</p>
<p>acho que topo até digitar os sumários!</p>
<p>mas penso no desperdício de letras e dedos!<br />
por que não escrever meus continhos, minhas histórinhas, pensamentos impertinentes, baboseirinhas?</p>
<p>se é pelo prazer de escrever, por que não fazê-lo em sua plenitude?</p>
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		<title>Terrorismo Poético</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Capítulo de &#8220;Caos, os Panfletos do Anarquismo Ontológico&#8221; (parte um de &#8220;Z. A. T.&#8221;), de Hakim Bey. Eu preciso ler este livro logo! Chega de adiar!</p> <p>ESTRANHAS DANÇAS NOS SAGUÕES de Bancos 24 Horas. Shows pirotécnicos não autorizados. Arte terrestre, trabalhos- telúricos como bizarros artefatos alienígenas espalhados em Parques Nacionais. Arrombe casas mas, ao <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/04/terrorismo-poetico/">Terrorismo Poético</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Capítulo de &#8220;Caos, os Panfletos do Anarquismo Ontológico&#8221; (parte um de &#8220;Z. A. T.&#8221;), de Hakim Bey. Eu <strong>preciso</strong> ler este livro logo! Chega de adiar!</p>
<blockquote><p>ESTRANHAS DANÇAS NOS SAGUÕES de Bancos 24 Horas. Shows pirotécnicos não autorizados. Arte terrestre, trabalhos- telúricos como bizarros artefatos alienígenas espalhados em Parques Nacionais. <strong>Arrombe casas mas, ao invés de roubar, deixe objetos Poético-Terroristas</strong>. Rapte alguém e faça-o feliz. Escolha alguém aleatoriamente e convença-o de que ele é herdeiro de uma enorme, fantástica e inútil fortuna: digamos 8000 quilômetros quadrados da Antártida, ou um velho elefante de circo, ou um orfanato em Bombaí, ou uma coleção de manuscritos alquímicos. Mais tarde, ele irá dar-se conta de que acreditou por alguns poucos momentos em algo extraordinário, &amp; talvez, como resultado, seja levado a buscar uma forma mais intensa de viver.</p>
<p>Pregue placas comemorativas de latão em locais (públicos ou privados) onde experimentaste uma revelação ou tiveste uma experiência sexual particularmente especial, etc.</p>
<p>Ande nu por aí.</p>
<p>Organize uma greve em sua escola ou local de trabalho, com a justificativa de que não estão sendo satisfeitas suas necessidades de indolência &amp; beleza espiritual.</p>
<p>A Arte do grafitti emprestou alguma graça à metrôs horrendos &amp; rígidos monumentos públicos. <strong>A arte Poético-Terrorista também pode ser criada para locais públicos: </strong>poemas rabiscados em banheiros de tribunais, pequenos fetiches abandonados em parques e restaurantes, arte xerocada distribuída sob limpadores de pára-brisa de carros estacionados, Slogans em Letras Grandes grudados em muros de playgrounds, cartas anônimas enviadas a destinatários aleatórios ou escolhidos (fraude postal), transmissões piratas de rádio, cimento fresco&#8230;</p>
<p>A reação da audiência ou o choque estético produzido pelo Terrorismo Poético deve ser pelo menos tão forte quanto a emoção do terror: nojo poderoso, excitação sexual, admiração supersticiosa, inspiração intuitiva repentina, angústia dadaísta &#8211; não importa se o Terrorismo Poético é direcionado a uma ou a várias pessoas, não importa se é &#8220;assinado&#8221; ou anônimo; <strong>se ele não muda a vida de alguém (além da do artista), ele falhou.</strong></p>
<p><strong>O Terrorismo Poético é um ato em um Teatro de Crueldade que não tem palco, nem assentos, ingressos ou paredes. Para funcionar, o TP deve ser categoricamente divorciado de todas as estruturas convencionais de consumo de arte (galerias, publicações, mídia). Mesmo as táticas guerrilheiras Situacionistas de teatro de rua já estão muito bem conhecidas e esperadas, atualmente</strong>.</p>
<p>Uma requintada sedução levada adiante não apenas pela satisfação mútua, mas também como um ato consciente por uma vida deliberademente mais bela: este pode ser o Terrorismo Poético definitivo. <strong>O Terrorista Poético comporta-se como um aproveitador barato cuja meta não é dinheiro, mas MUDANÇA</strong>.</p>
<p><strong>Não faça TP para outros artistas, faça-o para pessoas que não perceberão (pelo menos por alguns momentos) que o que acabaste de fazer é arte</strong>. Evite categorias artísticas reconhecidas, evite a política, não fique por perto para discutir, não seja sentimental; seja impiedoso, corra riscos, vandalize apenas o que precisa ser desfigurado, faça algo que as crianças lembrarão pelo resto da vida &#8211; mas só seja espontâneo quando a Musa do TP tenha te possuído.</p>
<p>Fantasia-te. Deixa um nome falso. Seja lendário. O melhor TP é contra a lei, mas não seja pego. Arte como crime; crime como arte</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://migre.me/tYhC">http://migre.me/tYhC</a></p>
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		<title>Release de &quot;Selva Brasil&quot;</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 21:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[editora draco]]></category>
		<category><![CDATA[jaba]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Mores-flores,</p> <p>a Editora Draco está lançando um novo livro, o &#8220;Selva Brasil&#8221; do Roberto de Souza Causo. E, como a editora está fazendo um trabalho muito legal mesmo junto aos autores nacionais, vou ajudar com a divulgação! \o/</p> <p>Segue o release oficial:</p> Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/04/release-de-selva-brasil/">Release de &#34;Selva Brasil&#34;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mores-flores,</p>
<p>a <a href="www.editoradraco.com" target="_blank">Editora Draco</a> está lançando um novo livro, o &#8220;Selva Brasil&#8221; do Roberto de Souza Causo. E, como a editora está fazendo um trabalho muito legal mesmo junto aos autores nacionais, vou ajudar com a divulgação! \o/</p>
<p>Segue o release oficial:</p>
<div id="_mcePaste">Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte anos depois da invasão militar brasileira das Guianas, na Fronteira Norte, segundo os planos megalomaníacos do Presidente Jânio Quadros. Simultaneamente, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Contudo, uma coalizão formada pelos países atingidos pela ação militar brasileira – Inglaterra, França e Holanda – e os Estados Unidos contra?atacaram e empurraram os soldados brasileiros de volta, ficando com um bom pedaço da Amazônia Brasileira.</div>
<div id="_mcePaste">Desde então instalou-se um conflito permanente na região, com o Brasil e aliados latino-americanos lutando para retomar o território perdido e manter sob controle uma guerrilha patrocinada por aqueles países do Primeiro Mundo. É um Brasil completamente diferente do nosso, contido política e economicamente por esse conflito perpétuo, e com gerações de jovens brasileiros comprometidas com o conflito.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Amparada por uma pesquisa cuidadosa, Selva Brasil acompanha um grupo de soldados que – ao seguir para um ponto anônimo do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, onde devem substituir uma outra unidade do Exército Brasileiro – se depara com desertores e com um plano secreto para romper as regras de engajamento que limitam o conflito na região.</div>
<div id="_mcePaste">Ao mesmo tempo, esses homens são confrontados com um estranho experimento militar que, indo além dos parâmetros do seu projeto, pode ter aberto um portal entre essa realidade paralela e a nossa.</div>
<p>Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte anos depois da invasão militar brasileira das Guianas, na Fronteira Norte, segundo os planos megalomaníacos do Presidente Jânio Quadros. Simultaneamente, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.Contudo, uma coalizão formada pelos países atingidos pela ação militar brasileira – Inglaterra, França e Holanda – e os Estados Unidos contra?atacaram e empurraram os soldados brasileiros de volta, ficando com um bom pedaço da Amazônia Brasileira.Desde então instalou-se um conflito permanente na região, com o Brasil e aliados latino-americanos lutando para retomar o território perdido e manter sob controle uma guerrilha patrocinada por aqueles países do Primeiro Mundo. É um Brasil completamente diferente do nosso, contido política e economicamente por esse conflito perpétuo, e com gerações de jovens brasileiros comprometidas com o conflito.Amparada por uma pesquisa cuidadosa, Selva Brasil acompanha um grupo de soldados que – ao seguir para um ponto anônimo do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, onde devem substituir uma outra unidade do Exército Brasileiro – se depara com desertores e com um plano secreto para romper as regras de engajamento que limitam o conflito na região.Ao mesmo tempo, esses homens são confrontados com um estranho experimento militar que, indo além dos parâmetros do seu projeto, pode ter aberto um portal entre essa realidade paralela e a nossa.</p>
<p>Beijos! E muito sucesso para a Editora Draco! E não vejo a hora de divulgar o release dos livros do José Roberto Vieira (&#8220;<a href="http://baronatodeshoah.blogspot.com" target="_blank">O Baronato de Shoa</a>&#8220;) e do Estevão Ribeiro (ainda sem título, mas que já publicou recentemente &#8220;<a href="http://ospassarinhos.wordpress.com" target="_blank">Os Passarinhos</a>&#8220;).</p>
<p>Já disse que morro de orgulho dessas pessoas que tão sempre correndo atrás? Morro de orgulho! \0/</p>
<p>Luzes eternas&#8230;.</p>
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		<title>Alyssa Jones</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Alyssa: You know, I didn&#8217;t just heed what I was taught, men and women should be together, it&#8217;s the natural way, that kind of thing. I&#8217;m not with you because of what family, society, life tried to instill in me from day one. The way the world is, how seldom it is that you <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/03/alyssa-jones/">Alyssa Jones</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000725/">Alyssa</a></strong>: You know, I didn&#8217;t just heed what I was taught, men and women should be together, it&#8217;s the natural way, that kind of thing. I&#8217;m not with you because of what family, society, life tried to instill in me from day one. The way the world is, how seldom it is that you meet that one person who just *gets* you &#8211; it&#8217;s so rare. My parents didn&#8217;t really have it. There were no examples set for me in the world of male-female relationships. And to cut oneself off from finding that person, to immediately halve your options by eliminating the possibility of finding that one person within your own gender, that just seemed stupid to me. So I didn&#8217;t. But then you came along. You, the one least likely. I mean, you were a guy. (&#8230;) And while I was falling for you I put a ceiling on that, because you *were* a guy. <strong>Until I remembered why I opened the door to women in the first place: to not limit the likelihood of finding that one person who&#8217;d complement me so completely. </strong>So here we are. I was thorough when I looked for you. And I feel justified lying in your arms, &#8217;cause I got here on my own terms, and I have no question there was some place I didn&#8217;t look. And for me that makes all the difference.</p></blockquote>
<p>Chasing Amy : <a href="http://trunc.it/6fh5s">ttp://trunc.it/6fh5s</a></p>
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		<title>Capítulo I &#8211; parte III</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capitulo I]]></category>

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		<description><![CDATA[- O senhor não sabe o quão perigoso é abrigar viajantes desconhecidos? Como sabe que não irei matá-lo? – sabia que não usava um argumento muito original, mas queria saber como o rapaz reagiria. - E a senhora? Não sabe o quão é perigoso para uma dama passar a noite no meio da floresta? <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/03/capitulo-i-parte-iii/">Capítulo I &#8211; parte III</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">- O senhor não sabe o quão perigoso é abrigar viajantes desconhecidos? Como sabe que não irei matá-lo? – sabia que não usava um argumento muito original, mas queria saber como o rapaz reagiria.</div>
<div id="_mcePaste">- E a senhora? Não sabe o quão é perigoso para uma dama passar a noite no meio da floresta? E não me é desconhecidas, pois conheço muitas histórias suas, Mestra. – ele respondia sorrindo, como se aquele diálogo fosse uma brincadeira, um desfiando o outro.</div>
<div id="_mcePaste">- Explica-me, senhor, como posso passar a noite na casa de quem nem o nome sei? E tu também não me conheces, sabes apenas histórias que devem ser exageradas.</div>
<div id="_mcePaste">- Tens razão no fato de não conhecer-me. Sou Alexandre, filho de Luís. Minha família habita estas terras há séculos. Sou o segundo filho de meu pai e vou me casar no primeiro dia da primavera com a filha única do senhor proprietário de terras vizinhas as nossas. Porém, em relação ao fato de não conhecer-te, estás enganada, pois as histórias podem ser exageradas, mas o caráter não. E sei que és uma pessoa boa porque se não fosses, não teria perdido teu tempo e já terias tentado me matar.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>O sol começava a se pôr e Apocrypha percebeu que aquele rapaz permaneceria irredutível. Resolveu acabar com aquele diálogo, já que teria que andar mais um pouco com ele.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>- O senhor deseja mesmo que eu passe a noite em sua casa, mas não acredito que seja apenas por cortesia a uma mulher sem teto para dormir.</div>
<div id="_mcePaste">- A senhora está certa, Mestra. Espero que possas me ensinar teus conhecimentos, pois toda forma de conhecimento é valiosa e os teus mais ainda porque nos ensinam a ter esperanças e amor pelos nossos.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Apocrypha embainhou a espada e prendeu-a ao cinto.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>- Rendo-me a sua vontade, senhor Alexandre. &#8211; curvou-se &#8211; Apenas não me chame de mestra, pois não o sou. Sei da vida e do mundo tanto quanto o senhor e não terei muito que lhe ensinar.</div>
<div id="_mcePaste">- Se assim desejas, não a chamarei de mestra, apesar de assim considerar-te. Mas, vamos, pois a noite não tardará a cair e terei pouco tempo para que aprender o que sabes.</div>
<div id="_mcePaste">- Dá-me apenas licença para recolher minhas coisas. – Apocrypha retornou à árvore onde deixara sua mochila e nela guardou o livro, a pena e o vidro de nanquim. Apagou a pequena fogueira, pôs a mochila nas costas e jogou a capa de viagem por cima.</div>
<div id="_mcePaste">- Deixa-me levar sua mochila, senhora Apocrypha, por cortesia. – Alexandre estendeu a mão para receber a mochila, sorrindo.</div>
<div id="_mcePaste">- Tens certeza de que é por cortesia? – Apocrypha perguntou rindo.</div>
<div id="_mcePaste">- Sim, confia em mim, é por cortesia. &#8211; Alexandre respondeu também rindo.</div>
<div id="_mcePaste">- Agradeço a atenção, senhor Alexandre, mas já é do hábito carregá-la. Sinto-me estranha sem ela, como se algo estivesse em falta no meu corpo.</div>
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		<title>Capítulo I &#8211; parte II</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capitulo I]]></category>

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		<description><![CDATA[- És a mestra Apocrypha? Que anda pelo mundo para espalhar seus ensinamentos? – ele mostrava incredibilidade no rosto. Ela balançou suavemente a cabeça para os lados e um pequeno sorriso iluminou seu rosto. - Creio que se enganou, jovem senhor. Estou mais para aprendiz do que para mestra. Pouco sei das coisas do <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://andarilha.com.br/2010/03/capitulo-i-parte-ii/">Capítulo I &#8211; parte II</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">- És a mestra Apocrypha? Que anda pelo mundo para espalhar seus ensinamentos? – ele mostrava incredibilidade no rosto.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Ela balançou suavemente a cabeça para os lados e um pequeno sorriso iluminou seu rosto.</div>
<div id="_mcePaste">- Creio que se enganou, jovem senhor. Estou mais para aprendiz do que para mestra. Pouco sei das coisas do mundo.</div>
<div id="_mcePaste">- Mas és ela?</div>
<div id="_mcePaste">- Sim, sou Apocrypha. – ela apoiou-se na espada.</div>
<div id="_mcePaste">- Pensei que fosses lenda, criada pelo imaginário daqueles que querem mudar o mundo.</div>
<div id="_mcePaste">- Lenda não sou, pois estou aqui na sua frente. E não quero mudar o mundo, apenas compreender o coração daqueles que nele vivem. Mas, como soube que sou Apocrypha?</div>
<div id="_mcePaste">- Pela estrela em seu peito. &#8211; ela levou uma das mãos à corrente e segurou o cristal. – Um comerciante, contador de muitas histórias, contou sobre uma mulher que viajava sozinha. É sábia como os anciões, os corações mais frios se aquecem diante de sua beleza e uma estrela sempre brilha em seu coração. – o garoto apontou para a mão fechada.</div>
<div id="_mcePaste">- Bem, se fosse procurar por uma mulher bela, jamais chegaria a mim. – Soltou o cristal e levou uma mecha de cabelo para trás da orelha. Procurou mudar o assunto da conversa, pois, por se achar quase feia, sua aparência não era seu assunto favorito. – Então, o senhor deseja que eu saia de suas terras?</div>
<div id="_mcePaste">- Não apenas permito sua estada, mas convido-a para passar um tempo em minha casa, pois se a história do comerciante for verdadeira, a senhora deve estar exausta e precisando de repouso.</div>
<div id="_mcePaste">- Na verdade, estou cansada, mas uma noite de sono tranqüilo, sob as estrelas, basta para restabelecer-me. E amanhã de manhã preciso partir com o sol para chegar à cidade de Ridam antes do anoitecer.</div>
<div id="_mcePaste">- Ora, então posso lhe oferecer abrigo para a noite e transporte para a cidade amanhã de manhã. Uma carroça sairá de minha casa para ir à cidade vender nossa produção. A senhora pode ir junto, assim descansará melhor e chegará antes do anoitecer à cidade.</div>
<div id="_mcePaste">- Agradeço sua preocupação, senhor, mas ficarei aqui mesmo.</div>
<div id="_mcePaste">- Então, insisto para que venha comigo, pois a noite aqui é muito fria e seria descortesia deixar uma senhora dormir no chão, tendo o céu por teto. Eu não conseguiria dormir à noite.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Apocrypha fitava o rapaz. Ele era dono de uma incrível beleza. Tinha nos olhos a cor do céu sem nuvens, um azul claro e forte. Os cabelos pareciam raios de sol, de tão dourados e brilhantes; os fios eram finos e, à menor brisa, voavam de tão leves. O rosto era fino e a pele bronzeada. Não estava ricamente trajado, mas as roupas de veludo e seda confirmavam sua alta linhagem. Um broche de ouro, na forma de um brasão, era a única jóia e pertence valioso que usava e prendia-lhe a capa de viagem. A única arma era a espada que quase sacou quando a viu. Olhou profundamente em seus olhos e percebeu que estava na frente de uma pessoa obstinada e muito teimosa. Então, resolveu provocá-lo.</div>
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